sexta-feira, 22 de agosto de 2008
Injustiça .
“Injustiça/Substimar! Regresso à vida real! Ao mundo do safe-se quem puder. As pessoas usam e abusam umas das outras, sem dó nem piedade, por diversas razões. Puta que os pariu. A realidade é f....a. A vida repete-se vezes sem conta. Tretas.Tudo Tretas.Meia vida para não ser tocado pelo egoismo, ...tudo mentira. Partilha!Acreditar!Autenticidade! Tretas! Substimar outros seres é a coisa mais feia que se pode fazer. Fui. Desliguei.O caminho agora é para a frente. Sózinho como sempre. E que me sirva de lição, finalmente ao fim de quase meia vida vivida. Desligarei. Saberei ultrapassar. Estou a tempo. Pensava guilherme, sentado na esplanada da Maria, mesmo ali frente ao rio numa qualquer cidade do Norte. Guilherme é uma pessoa simples. Ama e odeia como qualquer pessoa. Umas amam muito outras pouco. Guilherme era uma pessoa simples, simples de atitude mesmo. Não da boca para fora como tanta gente hoje faz. Não era rico, mas lutava pelos seus objectivos e conseguia quase sempre atingi-los, era inteligente sem arrogância ou prepotência. Sabia estar discretamente no meio de quem quer que fosse. Considerava a vida uma aprendizagem constante fosse com quem fosse e usufruía disso de forma natural. Não usava ninguém. Apenas bebia cada palavra, cada gesto desde que se sentisse despertado. Era ambicioso de projectos, o complemento financeiro era um acrescimento que gostava de usufruir, mas não era o principal. Digamos que gostava do que é bom, traçava objectivos para o conseguir, desenvolvia uma estratégia e colhia os resultados com merecida recompensa. E tinha tido sempre o que queria. Gostava do que é bom e facilmente o conseguia. Conhecia no entanto, o reverso da medalha. Não ter nada. E voltar a ter. Era um ser humano rico de experiências diversas e emoções fortes e complexas. Já não há homens assim.-diziam-lhe com frequência. E não ele tinha noção disso. Amava a família como ninguém, tudo girava em torno da família, nunca tinha sido filho , mas tinha sido Pai de muita gente. Porque a sua natureza altruísta a isso o levava. Tudo em prol de quem amava. Adorava dar. Desde a prendinha ao gesto, à palavra. Tudo contava e estava sempre atento aos afectos. Na sua vida passara muita gente que não permanecera. A determinada altura o grito do ypiranga : ACABOU.Preciso de estabilidade emocional e não de ser destabilizado. A princeza do meu amigo guilherme era um sapo.
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