quarta-feira, 20 de agosto de 2008
As mulheres são peritas na arte da dissimulação emocional.
As mulheres são peritas na arte da dissimulação emocional. O desenvolvimento abaixo pouco tem a ver com o artigo que Luna leu . O titulo acima apenas serviu para o desenvolvimento do comportamento de Luna e não da personagem que deu origem ao titulo deste Post’it. Concordo perfeitamente, no entanto ressalvo , algumas. E depende das situações. Se tiverem um objectivo com vontade acérrima de o levar a bom porto , de facto são. Crer para acreditar, é o lema das mulheres. Se querem lutam e desbravam montanhas, se não acreditam , desistem à velocidade da luz. Estou a falar num tipo raro de mulheres. Acho que raro. As guerreiras. Ontem e hoje Luna aprendeu muito, sedenta de informação, ouve atentamente todos os que a rodeiam para sorver, processar e depois analisar tudo o que lhe é transmitido. Quando se encontra no processo de aprendizagem não demonstra de facto emoções. O transmissor fala não sabendo que tipo de emoção está a provocar no receptor. Luna não é dissimulada, não regateia sentimentos, não poupa emoções, no entanto, tem em determinadas situações o inato “savoir fair” para ouvir sem comentar, tentar perceber sem perguntar. Trata-se de humildade. Apenas isso . Humildade. Ouvir sem contestar antes de poder analisar. Outras vezes ouvir não por desconhecimento, mas porque o emissor merece que pelo silêncio do receptor seja ouvido mesmo que o receptor já tenha os mesmos conhecimentos adquiridos. Respeito pelo saber dos outros. Esperar pelo momento certo para falar. E mesmo tendo já conhecimento sobre o que se está a ouvir, há sempre algo mais a “beber” porque as pessoas são todas diferentes e processam a mesma informação de diferentes formas. Aí também Luna aprende constantemente . No entanto, Luna não gosta de “debitar”, não gosta de se mostrar totalmente. Quando se julga que já se sabe tudo acerca dela e dos seus pensamentos, comportamentos ou atitudes, vamo-nos deparando com surpresas constantes. É uma caixinha de surpresas. E isso deve-se à sua humildade. Luna considera-se um ser em constante mutação, diria quase uma capacidade “camaleónica” de ser. E é assim que prefere estar perante a vida : De ouvinte para poder ser analítica. “ Sorver” o seu termos predilecto. Temos que ser orgulhosos do que somos. Temos que reconhecer os sinais que se nos apresentam. Não que o tenha sempre feito. Deixou passar ao seu lado bastantes sinais. Não estava atenta ou não era o momento. Nada acontece por acaso. Talvez este seja o momento. Está atenta. Às mais ínfimas coisas, desde o ruído do exaustor que está diferente do habitual e precise de ser reparado, ao cheiro da brisa nocturna. Talvez noutra vida tivesse deixado algo por resolver e este seja o momento de o fazer. Acredita que nada acontece por acaso. Os últimos acontecimentos levam-na a reconhecer que este é o momento de resolver o que noutra vida deixou por fazer, por isso está atenta ao que a rodeia e disposta a efectuar grandes mudanças ou até mudanças radicais na sua vida. Estamos em determinados da vida em mutação se a isso nos dispusermos. É um ser por si já com capacidades e necessidades de mutação constante, e agora mais que nunca, está decidida a não se acomodar ao sabor da maré que comodamente, e arrumadamente, por opção consciente, se tem deixado estar. Não demonstra as suas emoções com gratuita facilidade não por dissimulação, mas porque tudo o que sente neste momento é ainda o desconhecimento, a interrogação. Como se estivesse a nascer de novo. Este é um momento de completa mudança, sem dúvida. Para que horizontes é que ainda não sabe. A transformação está a desenvolver-se.
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