Desconheço-te.
Mas vou-te aprendendo a pouco e pouco, no entanto persiste a dúvida do que és efectivamente, de quem és e a quem te mostras. Mas parece-me que nem a ti te mostras porque tu próprio não sabes quem és, ainda procuras...
Leio-te, as sensações são díspares, confusas, um misto de alegria pela criatividade.Realizo que tens a sensibilidade de uma gaja, e gosto. Comento-te, ouso fazê-lo. É já tão ousado sequer te ler, sequer tentar descobrir-te, e fazê-lo com isenção, que não consigo dar o passo da pretenção e me desnudar. Comento em silencio, porque o medo me invade, de nada saber... de ao me revelar ser imediatamente aniquilada pelo teu sarcásmo.
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