quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Sem palavras perante tanta grandeza , o Sr. J.Cameron é do tamanho do universo/mais um épico...: AVATAR -

Avatar é uma manifestação corporal de um ser imortal segundo a religião hindu, por vezes até do Ser Supremo. Deriva do sânscrito Avatāra, que significa "descida", normalmente denotando uma (religião) encarnações de Vishnu (tais como Krishna), que muitos hinduístas reverenciam como divindade.
Muitos não-hindus, por extensão, usam o termo para denotar as encarnações de divindades em outras religiões.
Avatar vem do sânscrito Avatāra, que significa "Aquele que descende de Deus", ou simplesmente "Encarnação". Qualquer espírito que ocupe um corpo de carne, representando assim uma manifestação divina na Terra.
A melhor definição vem de um antigo escrito indiano, Vedas:
"Avatara, ou a encarnação da Divindade, descende do reinado de Deus pela criação e manutenção da manifestação em um corpo material. E essa forma singular da Personalidade da Divindade que então se apresenta é chamada de encarnação ou Avatara. Tais Personalidades estão situadas no mundo espiritual, o reinado de Deus. Quando Eles transcendem para a criação material, Eles assumem então o nome Avatara. - Chaitanya-caritamrita 2.20.263 - 264.
Um avatar é uma forma encarnada de um Ser Supremo, e tais incontáveis formas divinas residem em um plano espiritual.
Quando essa forma impersonalizada de Deus transcende daquela dimensão elevada para o plano material do mundo, Ele - ou Ela - é conhecido então como a encarnação ou Avatara.
Em uma concepção mais abrangente, a encarnação poderia ser descrita como o corpo de carne. Mas essa concepção seria talvez errada, conquanto tais formas divinas não se tornam reais seres de carne e osso, ou assumem corpos materiais. Uma alma comum assume corpos materias de carne e osso, mas no caso dessa manifestação divina, Seu corpo e Sua alma transcendem a matéria e embora apareçam como impersonalizações, aquele corpo também pertence a Sua essência espiritual.
Essa palavra Avatar se tornou popular entre os meios de comunicação e informática devido às figuras que são criadas à imagem e semelhança do usuário, permitindo sua "impersonalização" no interior das máquinas e telas de computador.
Tal criação assemelha-se a um avatar por ser uma transcendência da imagem da pessoa, que ganha um corpo virtual, desde os anos 80, quando o nome foi usado pela primeira vez em um jogo de computador.
Mas a primeira concepção de Avatar vem primariamente dos textos Hindus, que citam Krishna como o oitavo avatar - ou encarnação - de Vishnu, a quem muitos Hindus adoravam como um Deus.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Non Sence

Se o arrependimento matasse, tinha sido fulminada instantaneamente de cada vez que me declarei num pedaço de papel ou no teclado . Brincar é fácil, mas a “porca torce o rabo” quando somos colocados entre a espada e a parede. Atrofio de cada vez que penso seriamente que podes existir. Eu que defino implacavelmente a nossa geração como uma geração de atrofiados , afirmando com a certeza de um incontestável iluminado que : “Somos uns atrofiados . Uma geração dividiva entre a liberdade de ser e a de parecer. Vivemos constantes conflitos de valores de um passado ainda presente. Incansavelmente á procura de um EU INDIVIDUAL atrofiamos a todo o momento. O medo de sermos invadidos na nossa liberdade de ser cega nos e impede nos de encontrar a verdadeira felicidade.” Eu que por outro lado me contradigo a mim mesma, torno-me ambígua sem perceber o porquê do meu “non sence”” quando ao mesmo tempo defendo incansavelmente que o amor existe,… Quando grito :“Como é que alguém pode viver sem amar? Ama-se sim, ama-se tantas vezes quantas for necessário, como se sabe e se pode, Porque quem ama, de cada vez que isso acontece fá-lo com a convicção que sabe e que pode na altura, mas isso não faz dessa pessoa menos verdadeira, menos pura, menos altruísta . Quando teimo que quem ama, acredita no momento e dá o que sabe, porque as pessoas não são todas iguais. Mas as pessoas que amam como quem gosta, que amam muito ou pouco, que conseguem quantificar o que não é quantificavel, amam aos quilos, aos dias e ás semanas, porque naquele preciso momento acreditam mesmo nisso. E dão-se. E grito nesta cruzada sem soldados que : Desonesto é negar-se que se ama várias vezes na vida, várias pessoas na vida, porque a nossa função neste mundo é amar, todas as vezes que o amor se apresentar e sobre todas as formas que ele se quiser mostrar. Mas que triste é quem não sabe e não quer amar, porque tem medo, porque não sabe lidar com a perda e não sabe acreditar.Feio é criticar os outros pelas vezes que supostamente amam, quando se sabe que essa é uma condição humana à qual nenhum de nós está imune. Repudio quando reconheço que Quantos já amaram tantas e tantas vezes, e na próxima vez dizem : "ès o meu primeiro amor, nunca amei assim... E defendo de novo : De cada vez ama-se de forma diferente. Mas ama-se. E não vale a pena nem a negação nem os falsos moralismos.E aos descrentes lanço que : O amor acaba , acaba e renasce a todo o momento, como as flores, a relva, a vida, é um processo em constante mutação da qual nós fazemos parte e para o qual nascemos e que Temos que nos aguentar! Não vale a pena espernear, vale mais a pena abrir o coração e amar como se souber, com quantidade ou sem ela, pouco tempo ou muito tempo.Porque não vale a pena desdenhar , porque ele pode bater à nossa porta a qualquer momento estejamos protegidos ou não." E aqui estou de novo a contradizer-me entre aquilo que quero e aquilo que trinta segundos depois, já não quero porque, e dou comigo a pensar na porra do tampo da sanita que poderás deixar levantado, e eu não gosto. E imagino-me com o cabelo preso pelo primeiro lápis que encontrar ou com o que me vier à mão, com apenas uma tee shirt vestida no meu corpo desnudo de lingerie de marca, porque não gosto de frescuras, ou com a tua camisa vestida porque me inebria o teu cheiro . E crio o meu cenário diário em que para além de ser descontraída e poderes ser “arrumadinho” tremo de medo de pensar que poderias não saber partilhar um espaço só meu, onde há séculos me passeio nua ou de tee shirt, descalça, e com a tampa da sanita fechada, o meu PC em cima da cama ou na pequena mesa companheira de escrita, ouvindo música porque a música me enche a Alma, pergunto-me dizia, se gostas de velas sempre acesas que me aquecem o peito e o corpo. Pergunto-me se quando estou distante e ausente se saberias respeitar esse espaço só meu que há milénios partilho com o papel e a caneta, os meus pensamentos e arrepios, as minhas emoções. Pergunto-me se saberás aceitar-me assim como sou: ambígua/coerente, inconstante/segura, silenciosa/alegre, ausente/completamente presente… Assim cheia de defeitos e algumas qualidades... Pergunto-me se cada vez que tenho frio e calço meias de algodão , ponho o meu gorro e o camisolão de lã brancos , porque o meu coração está gelado, pergunto-me se saberás gostar dessa imagem frágil desprovida da fortaleza que me conheces, se saberás retirar-me toda aquela roupa branca que me aquece o coração e o espírito , se saberás aquecer-me com os teus olhos, com os teus dedos, com as tuas mãos, até o meu corpo deixar de tremer de frio e continuar a tremer por ti. Pergunto-me se terás capacidade para sem nada dizeres, sem nada perguntares se saberás apenas mostrar sem me assustar, porque me assusta tanto este sentir, porque tremo só de pensar que afinal deito tanta baboseira da boca para fora, e tremo de medo de me “veres” e saberes tanto quanto eu, tremo de frio de pensar que algum dia me podes querer tirar as minhas meias , o meu gorro e o meu camisolão brancos de lã, desalinhares-me o cabelo ao retirares o lápis sem bico que algures encontrei, e vestir-me a tua camisa…
"Depois de algum tempo aprendes a diferenca, a subtil diferenca, entre dar a mao e acorrentar uma alma. E aprendes que amar nao significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa seguranca. E comecas a aprender que beijos nao sao contratos, presentes nao sao promessas. E nao importa quao boa seja uma pessoa, ela vai ferir-te de vez em quando e precisas perdoa-la por isso. Aprendes que falar pode aliviar dores emocionais. Descobres que se leva anos para se construir confianca e apenas segundos para destrui-la, e que podes fazer coisas num instante, das quais te arrependeras pelo resto da tua vida. Aprendes que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distancias. E o que importa nao é o que tu tens na vida, mas quem tens na vida. Descobres que as pessoas com quem te importas na vida sao tiradas de ti muito depressa, por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas; pode ser a última vez que as vemos. Aprendes que paciencia requer muita pratica. Aprendes que quando estas com raiva tens o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de seres cruel. Aprendes que nem sempre é suficiente ser perdoada por alguem. Algumas vezes tens que aprender a perdoar-te a ti mesma. Aprendes que com a mesma severidade com que julgas, tu seras em, algum momento, condenada. Aprendes que não importa em quantos pedaços, o teu coraçao foi partido, o mundo nao para para que o consertes. E, finalmente, aprendes que o tempo, nao é algo que possa voltar atras……"

Incondicional

É incondicional, se é incondicional, não estava a impor condições! Apenas a gritar em silêncio a minha revolta. Tenho o direito à revolta já que o uso dos nossos direitos nem sempre é assim tão linear quanto parece. Não esqueçamos que a justiça é cega. E à justiça tenho? Sim tenho! Porque é injusto. Porque se desiste de imediato perante a primeira dificuldade? Porque se joga fora o tudo pelo nada na primeira barreira que se encontra? Talvez porque afinal esta sociedade apenas nos tem ensinado a comprar tudo feito, o esforço é quase nulo para adquirir seja o que for... e depois... O tudo pode valer nada. "Hoje dói a ferida, amanhã ela cicatriza. Hoje lembrei de ti avó, a tratares das minhas feridas. E dizias: Querida, hoje é dificil e parece insuperavel, mas amanhã vais ver que quando acordares... tudo estará tão mais facil..."

don't let the bastards grind you down

Gostei da tradução á letra da frase em titulo. Na verdade não foi por aí que comecei até a encontrar. Primeiro comecei por copiar ( digo bem : copiar) uma frase em latim tirada de um blog que me chamou a atenção : "Illegitimi non carborundum" Bonito! Não percebi peva, mas bonito! Este pensamento levou a recordar que há uns valentes anos atrás latim era umda das cadeiras do meu curso. Será que me esqueci porque latim é uma lingua morta ou porque a PDI não perdoa ou simplesmente porque foi mais o tempo que passei o livro e ele a mim? Bem, também não é importante, não foi uma das disciplinas que mais saudades me deixou. Mas gostei da tradução da frase ( em titulo neste texto). Não sei porque estava em titulo no blog onde a li, nem no que se inseria, mas achei piada porque melhor do que os livros de auto ajuda é de vez em quando uma frase destas para nos abanar e catapultar para o capitulo seguinte