“O que tem que ser tem muita força” diz o ditado perante o inevitável. Tinha consciência de que era uma das raras mulheres que podiam usar a sua vontade com menor numero de condicionantes e sabia que isso se devia a si própria, à construção de um longo caminho esgravatado com as unhas dos dedos e amassado com as próprias mãos. Apesar de tudo considerava-se uma optimista feliz rodeada de optimistas angustiados.
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